iPad mini: Será que vai?

16/07/2012

Desde o lançamento do primeiro iPad, várias pessoas apostam no lançamento de uma versão menor do tablet, provavelmente de 7″, como os androids que vemos por aí. Mas, naquela época, quem acreditava num iPad mini não era levado muito a sério, ao contrário do que tá acontecendo hoje. No último mês, até o NewYorkTimes entrou na jogada e “confirmou” que a Apple está prestes a lançar um iPad pequeno. Aqui, faço uma espécie de FAQ, tentando mostrar a viabilidade do lançamento de um iPad de 7″:

Leia o resto deste post »


Review em vídeo: Novo iPad

11/05/2012

Como o novo iPad está sendo lançado no Brasil hoje, resolvemos gravar esse vídeo curto para mostrar as novidades dele. É o nosso primeiro vídeo para o canal do TBB (inscrevam-se!), e pretendemos gravar mais quando pudermos.

[EDIT]

O novo iPad mostrado no vídeo está sendo vendido. Interessados, enviem e-mail para hugorja@me.com


Review: Voice Assistant, a Siri fora do iPhone 4S

13/04/2012

Desde o lançamento do iPhone 4S, várias cópias da Siri foram lançadas na App Store e, principalmente, no market Google Play. Mas nenhuma tinha suporte ao Português.

20120413-143928.jpg
O Voice Assistant (US$0,99) é um primo distante da Siri, com suporte ao Português e disponível para todos os dispositivos iOS que foram atualizados para o iOS 5. A diferença para o crustáceo da Apple é que o Voice Assistant não responde a perguntas, atuando somente como um leitor de textos que pode twittar, postar no Facebook, enviar mensagens e emails, etc.
Um grande diferencial do VA é que ele pode pegar o texto que você ditou e enviar diretamente para algum App como uma nota (você pode, por exemplo, enviar o texto para o Pages e começar um documento daí).
Para quem quer ditar documentos em português, mas não quer um app simples, recomendo o Voice Assistant.

20120413-144121.jpg20120413-144130.jpg20120413-144137.jpg

 


O Instagram foi comprado pelo Facebook. E agora?

12/04/2012

20120412-165134.jpg

Depois de lançar um app para android, despertar a fúria de usuários iOS inconformados com a perda da “exclusividade” e dobrar a quantidade de usuários, o Instagram foi comprado pelo Facebook. O preço? 1 BILHÃO de dólares. Leia o resto deste post »


Qual Mac comprar?

12/04/2012

Um dos grandes trunfos do Mac OS X é que ele roda numa quantidade bem limitada de dispositivos (exatamente 5, sem contar com as modificações). Isso agiliza muito a compra do computador. Mas se você vai comprar um Mac e ainda tem dúvidas sobre qual modelo comprar, aqui vai o meu guia:





Para começar, decida-se se vai comprar um notebook ou um desktop. Se você só vai usar o seu Mac em casa, escolha um desktop. Se você quer mobilidade, escolha um notebook.

  • MacBook Air

O MacBook Air é o mais barato dos notebooks da Apple, e é móvel ao extremo. Apesar do seu design superfino, ele é rápido, mas perde quando falamos em espaço do disco.
Se você quer mobilidade e não se importa com espaço em disco, o Macbook Air é perfeito pra você.

Preço de entrada: R$2.999


  • MacBook Pro

“Um grande passo adiante. Ou três”. Assim a Apple define o MacBook Pro, o seu notebook para “usuários profissionais”. Se você quer mobilidade, mas não abre mão de velocidade e espaço em disco, o MacBook Pro foi feito pra você. Até o seu modelo de entrada é muito rápido e não deixa a desejar em gráficos avançados.

Preço de entrada: R$3.599


  • iMac

O “tudo-em-um” da Apple foi feito para aqueles usuários que não precisam de mobilidade e não querem se preocupar em comprar periféricos (monitor, mouse, teclado…). Se você quer uma máquina rápida e não quer mobilidade, compre um iMac.

Preço de entrada: R$3.999


  • Mac Mini

O Mac mais barato de todos é feito para aqueles que querem ter uma noção de como é o mundo Mac mas não querem investir muito dinheiro numa máquina mais cara. Mas, na minha opinião, o Mac Mini é perfeito para aqueles que querem um computador na sala de estar, ligado à TV (o famoso “media center”), mas não querem algo tão limitado como o Apple TV.

Preço de entrada: R$1.799


  • Mac Pro

O Mac Pro não foi feito para usuários comuns. Se você precisa de uma máquina com MUITO poder de processamento (e de processamento gráfico), o Mac Pro foi feito pra você.

Preço de entrada: R$8.299

Agora é só curtir o seu Mac!


Quer deixar seu Mac mais rápido? Desinstale o Flash.

12/04/2012

O Flash é o vilão da bateria e da performance do seu Mac. No meu caso, com somente 2GB de RAM, era quase impossível usar o Safari junto com outros aplicativos. O MacBook começava a esquentar, travar, a ventoinha girando em velocidade máxima…


Até que eu encontrei essa dica no Cult of Mac. Simplesmente, desinstalei o Flash Player. E ele, até agora, não me fez falta, já que estou usando uma extensão chamada FlashToHTML5 (já comentei aqui há algum tempo), que troca o player nativo de vídeos em flash por uma versão em HTML5.


Para desinstalar o Flash, você deverá baixar este arquivo, fechar todos os navegadores de internet abertos, e rodar o programa contido no arquivo. Em poucos segundos, o Flash não existirá mais no seu computador, a não ser que você use o Google Chrome. Neste caso, você deverá acessar a página chrome://plugins/ e desinstalar o flash clicando em “desativar” (ou “disable”, na versão em inglês).


No meu caso, estou usando o safari todo o tempo, e abro o chrome quando precisar acessar alguma página com conteúdo em flash (o que nunca aconteceu).


Jailbreak ou não? Eis a questão!

12/04/2012

Tudo começou quando a Apple lançou o primeiro iPhone. A falta de apps de terceiros era uma das grandes críticas feitas ao recém lançado smartphone. Foi aí que entrou a comunidade hacker, que conseguiu acesso às partes mais íntimas do SO e, com isso, conseguiu instalar apps desenvolvidos fora da Apple.

O jailbreak fez os desenvolvedores pularem de alegria. Para eles, a única opção dada pela Apple foram os WebApps, uma solução limitadíssima para a falta de apps de terceiros. E, enquanto a Apple tentava empurrar os WebApps com a barriga, vários desenvolvedores foram passando para o “lado negro da força”. A distribuição dos apps nos aparelhos com jailbreak era feita de uma forma nunca antes vista, através de repositórios (“lojas” que agregavam vários aplicativos). A Apple teria que encontrar uma forma de combater aquela “chaga” que ameaçava a experiência de usuário e a estabilidade do sistema.

Foi aí que, junto com o iPhone OS 2, nasceu a AppStore. Utilizando um sistema similar ao que o jailbreak já usava, porém com um único “repositório” controlado pela Apple. Os desenvolvedores ainda ganhariam 70% do lucro gerado com os seus apps. Mas nem todo mundo estava satisfeito.

A comunidade hacker passou a fazer duras críticas em relação às restrições que a Apple impunha aos desenvolvedores que quisessem publicar apps na sua loja. Mais uma vez, o jailbreak foi apresentado como solução, desta vez com aplicativos que prometiam fazer o que a Apple não deixava os usuários fazerem. Multitarefa, temas customizados, tethering, download de vídeos do youtube e até emuladores de videogames antigos estavam na lista de qualquer pessoa que fosse argumentar a favor do jailbreak.

A partir daí, a Apple começou uma briga de cão e gato para acabar com o jailbreak. Cada update de firmware do iPhone OS trazia consigo uma nova barreira contra o jailbreak, que era sempre quebrada pelos hackers em algum tempo (podia durar horas ou meses). Com isso, cada vez mais usuários passaram a desistir do jailbreak para poder atualizar o sistema sem transtornos e na mesma hora que a Apple os disponibilizasse.

E a Apple continua “caçando” o jailbreak até hoje, mas, ao mesmo tempo que ela procura bloquear o jailbreak, ela tenta diminuir os motivos pelos quais os usuários pudessem fazê-lo. A multitarefa foi adicionada a todos os dispositivos, os iPhones já podem fazer tethering de dados e nós podemos mudar a imagem de fundo dos nossos dispositivos (já é um avanço, antigamente só podíamos usar o plano de fundo preto). A popularidade do jailbreak está caindo rapidamente, enquanto os usuários passam a usufruir de um sistema limpo e sem modificações.

Hoje em dia, não vejo motivo para que eu faça o jailbreak. E, a não ser que você dependa de algum tweak que libera alguma função do dispositivo (até alguns meses atrás, eu usava um cabo de TV genérico, que só funcionava com o jailbreak, por exemplo), também não vejo motivo para que você faça o jailbreak.

Obs: Infelizmente, grande parte dos usuários que conheço e usam o jailbreak, o fazem para instalar apps pirateados. Se você é um desses, sugiro que pense no programador (ou na equipe) que perdeu horas para escrever o app que você usa. Deixe de ser pão-duro e pare de economizar um ou dois dólares por app.